Anuário PeixeBR: Produção aquícola estadual 2018 versus 2017

Anuário PeixeBR: Produção aquícola estadual 2018 versus 2017

21 de fevereiro de 2019

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Paraná segue na liderança da produção piscícola nacional com um crescimento de 16% na atividade, segundo o anuário da Associação Brasileira da Piscicultura 2019 (PeixeBR).

O  pólo paranaense saltou de 112.000 toneladas para 129.900 toneladas em 2018, de acordo com a PeixeBR que avalia o desempenho como reflexo dos consistentes investimentos realizados nos últimos anos, sobretudo pela agroindústria paranaense.

São Paulo também foi destaque no período com 73.200 toneladas produzidas. Com o crescimento de 5,3%, assumiu a segunda colocação do ranking. Já Rondônia caiu 5,5% e ficou na terceira posição com 72.800 toneladas no geral, mas com uma produção total de peixes nativos, é a líder no segmento. Para a associação, a queda aconteceu porque o Estado teve que enfrentar problemas ambientais, mercadológicos e sanitários em 2018.

O Mato Grosso caiu 12,08% e fechou o ano passado com 54.510 toneladas no quarto lugar. Logo atrás vem Santa Catarina com 45.700 toneladas.

Na lista dos 10 maiores produtores de peixes de cultivo do País, o Maranhão chamou a atenção com evolução de 47,4%, saltando para a sexta posição ao atingir 39.050 toneladas, das quais 35.200 toneladas de peixes nativos, no ano de 2017 o total produzido foi de 26.500 toneladas.

Na sétima colocação, Minas Gerais cresceu 14,3% com 33.150 toneladas produzidas e se manteve na mesma colocação de 2017. Entre os destaques negativos do Anuário 2019, Goiás caiu duas posições e ficou com a oitava colocação com 30.630 toneladas, foi uma queda de 7% em relação ao ano retrasado quando contabilizou 33.000 toneladas.

A Bahia ficou com o penúltimo lugar do top 10 com 30.460 toneladas em 2018 contra 27.500 do ano anterior. E o Mato Grosso do Sul foi a novidade da lista ao atingir 25.850 toneladas produzidas em 2018.

Demais Estados

No levantamento dos demais Estados, o Pará cresceu 18,6% com 23.720 toneladas que deixaram o Estado na 11ª colocação, ele também está entre os líderes na produção de peixes nativos. Fechando o ano de 2018 bem na atividade, Pernambuco cresceu 38% ao produzir 23.470 toneladas. E o Rio Grande do Sul também encerrou o ano passado com um saldo positivo, teve 23.000 toneladas produzidas, que correspondem a um salto de 4,5%.

O Piauí também teve melhora de produção, com uma evolução de 7,3%: fechou 2018 com 19.310 toneladas produzidas. Roraima também elevou os números: foram 17.100 toneladas em 2018 contra 16.000 toneladas de 2017, um salto de 6,88%.

O Amazonas apresentou um dos piores resultados do ano passado. De acordo com a PeixeBR o Estado teve que enfrentar diversos problemas, especialmente sanitários, e caiu 45,5% indo da oitava para a 16ª posição com 15.270 toneladas produzidas em 2018.

Já o Tocantins se manteve na mesma 17ª colocação de 2017, encerrando o ano de 2018 com 14.600 toneladas produzidas. Enquanto o Espírito Santo saltou de 12.000 toneladas para 13.190 toneladas de peixes cultivados no ano passado.

O crescimento de 6,3%  no Acre reflete o aumento de 8.000 toneladas para 8.500 toneladas em 2018. E Alagoas também saltou consideravelmente no ano passado, saindo de 3.500 toneladas para 8.250 toneladas.

Caindo uma posição na lista, o Ceará não foi bem com a atividade no período: a queda de 30% deixou o Estado com 4.900 toneladas de peixes cultivados em 2018 contra 7.000 toneladas de 2017.

Apesar de um decréscimo de 4,6%, o Rio de Janeiro permanece na 22ª colocação do ranking com 4.580 toneladas. No ano retrasado a atividade no Estado contabilizou 4.800 toneladas produzidas.

Sergipe caiu 46% e foi de 6.600 toneladas para 3.550 toneladas em 2018. Quem também teve piora no desempenho foi a Paraíba, embora continue no 24º lugar, caiu 2,3% ao somar 2.930 toneladas no ano passado.

O Rio Grande do Norte permaneceu entre os três últimos colocados com 2.410 toneladas. A situação foi semelhante para o Distrito Federal, em penúltimo lugar conseguiu as mesmas 1.500 toneladas produzidas no ano retrasado.

Na última colocação do ranking estadual, o Amapá teve uma elevação de 3%, pulando de 1.000 toneladas em 2017 para 1.030 toneladas atualmente.

 

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