Sassá Sushi põe os pés no varejo com embalagens especiais

Sassá Sushi põe os pés no varejo com embalagens especiais

Responsável pelo segundo maior delivery de culinária japonesa de São Paulo, rede leva ao varejo 11 combinados prontos para consumo

27 de julho de 2016

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A nova empreitada do Sassá Sushi, a segunda maior rede de deliveries da cidade de São Paulo, é no varejo. Agora, os mesmos produtos vendidos nos dois restaurantes físicos na capital paulista e nas 10 mil entregas de combinados de comida japonesa por mês já estão em alguns pontos de venda da bandeira Pão de Açúcar e Pão de Açúcar Express.

Atualmente, 15 lojas recebem diariamente as embalagens da marca Sushi Arte, com porções que variam entre 150 gramas e 250 gramas. São 11 sabores iniciais, entre minicombos variados com 12 peças, sashimis de salmão, sushis variados, temakis, uramakis clássicos, e até uma opção para vegetarianos.

A distribuição começou em junho, depois de três anos de planejamento junto ao Grupo Pão de Açúcar. “Foi bom o projeto ser um pouco demorado, porque aparamos várias arestas, como embalagem, espaço físico, composição do portfólio de produtos etc”, conta o engenheiro Alexandre Saber, o Sassá, proprietário da Sassá Sushi. “Temos um sistema que permite que o produto seja manuseado 360º e a peça praticamente não se mexe.”

[caption id="attachment_8413" align="alignright" width="200"]Sassá: "O mark-up é de 1,8, o que é muito atrativo ao varejo" Sassá: "O mark-up é de 1,8, o que é muito atrativo ao varejo"[/caption]

A logística é um dos pontos críticos da operação, segundo ele. “Conseguimos entregar em todas as lojas com controle de temperatura. A bandeja sai a no máximo 3 graus e chega a 5 graus ao ponto de venda. Tudo é feito de moto, com um rigoroso controle de temperatura”.

Uma das vantagem deste sistema, de acordo com Saber, é que o mesmo entregador é capaz de fazer algumas lojas em uma mesma saída. “Não limitamos ou impomos nenhum pedido mínimo, porque deixamos o cliente satisfeito para comprar o produto que ele precisa, conforme o perfil.”

A marca Sushi Arte, exclusiva do GPA, marca o início da operação, que deve se expandir para outras redes de varejo com a marca Sushi Express. O modelo se aplica, segundo Sassá, a lojas que nunca trabalharam com sushi; lojas que trabalham com produto de concorrente sem qualidade ou sem uma apresentação diferenciada; ou a loja que aproveita a quebra da peixaria para fazer sushi sem padrão ou qualidade.

Quebra de paradigmas

Sassá pretende testar os 11 produtos do mix para saber quais são os “campeões de venda”, para então focar nestes itens. A meta, conforme explica, é uma recompra diária do produto. “O que visualizo para o futuro é uma loja comprando 2 vezes por dia, não só uma vez. Não necessariamente um produto desse você precisa receber às 8h, pode receber mais perto da hora do almoço, ou mais próxima do jantar”.

[caption id="attachment_8414" align="alignleft" width="300"]Sashimis de pirarucu e de salmão selvagem do Alasca estarão em breve nos combinados do varejo Sashimis de pirarucu e de salmão selvagem do Alasca estarão em breve nos combinados do varejo[/caption]

Outra questão é não trabalhar com trocas, para forçar um suprimento mais racional das lojas, segundo indica Diego Fávero, executivo do Grupo5, empresa responsável pelo desenvolvimento do projeto Sassá Sushi no varejo. “Você transfere a responsabilidade pela quebra 100% na mão de quem está operando. Se o comprador diz que pretende comprar 30 bandejas com combinado, mas só vende 4, para que 30? E se vendeu só duas, vai precisar de mais 2 apenas, não outras 4.”

Além da expansão a outras redes de varejo, os próximos passos passam pela venda na própria rua. “Vamos sair com as térmicas, controles de temperaturas nos baús, com vendedores do Sassá Sushi e vamos vender estes produtos na rua. Todo mundo vai poder comprar a linha Express todos os dias”, completa.

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