Supermercados e hipermercados levantam varejo em maio
Varejo

Supermercados e hipermercados levantam varejo em maio

Análises apontam uma revisão para cima das projeções do varejo neste ano, apesar da pandemia, puxada por este canal

09 de julho de 2020

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O forte e surpreendente desempenho dos supermercados em maio ocupa espaços de destaque no noticiário econômico desta quinta-feira, com análises que apontam para uma revisão para cima das projeções do varejo neste ano, apesar da pandemia, puxada por este canal.
 
As vendas do varejo brasileiro cresceram 13,9% em maio, após dois meses consecutivos de queda, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada ontem (08/07).
 
O varejo brasileiro havia sofrido um tombo recorde de 16,3% em abril. No acumulado do ano, apenas os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo que cresceram - 9,4% nos últimos 12 meses. Conforme apurou o Valor Investe, a consultoria Tendências atribui o resultado a um “impacto maior que o esperado do auxílio emergencial e também o consumo menor de alimentos fora do domicílio”.
 
Os resultados mais positivos dos supermercados devem continuar, segundo a consultoria, o que vai acarretar numa revisão para cima tanto no resultado do segmento para o ano quanto no do varejo.
 
Atualmente, a estimativa da Tendências é de queda de 3,4% nas vendas dos supermercados em 2020, de recuo de 5,9% para o varejo restrito e de 9,3% no ampliado. O crescimento de clientes Pessoa Física no Tenda Atacado em meio à pandemia, bem como o crescimento da procura por embalagens de delivery, são os destaques de uma abordagem do canal Mercado e Consumo com o CEO da empresa, Marcos Samaha.
 
Antes do início da pandemia, as vendas totais do Tenda Atacado eram de 5% para consumidor final e 50% revendedores e transformadores (proprietários de restaurantes, lanchonetes e vendedores ambulantes). Com a crise, o fluxo de clientes vindos de supermercados e hipermercados aumentou. “Antes da pandemia 14% das pessoas procuravam o cash and carry para fazer suas compras e hoje esse número saltou para está em 35%”, contou.
 
Ele diz ainda que as classes de A e D já exploram mais este canal “porque a proposta de valor está muito boa, com produtos essenciais 15% mais baratos se comparado aos hipermercados e 22% em relação aos supermercados”.
 
 
 

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