Natal mais triste: varejo espera queda real de vendas de pescado

Natal mais triste: varejo espera queda real de vendas de pescado

Em termos nominais o faturamento deve subir, mas inflação deteriora cenário

04 de novembro de 2015

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Os supermercados não devem diminuir as compras de pescado este ano. Isso porque o faturamento com o segmento deve crescer em termos nominais, mas a inflação corrói este desempenho e faz com que a perspectiva seja muito pior que em 2014. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) apurou com 59 supermercadistas de todo o Brasil, os compradores de pescado vislumbram diminuição real de vendas em relação ao Natal do ano passado.

Tanto bacalhau, quanto peixe congelado e fresco, terão diminuição real - descontada a inflação - ante o ano anterior. O produto que se tornou o símbolo do Natal sofre a mão pesada do dólar e terá o maior aumento de preços de todas as categorias pesquisadas: 14%, na visão dos compradores do varejo. Com isso, a expectativa é de uma queda real de vendas de 5,1%.

Os peixes frescos são os que mais sofrerão nas gôndolas, segundo os varejistas, já que a expectativa é uma diminuição de 7,8% nas vendas reais. No caso do peixe congelado, embora a variação nas vendas em termos nominais praticamente se mantenha em relação ao ano passado (10% em 2015 contra 11,2% em 2014), a variação real também será negativa, por conta do preço 10,8% mais caro.

Gráfico_Abras_Natal2015

Baixe aqui o estudo completo da Abras.

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