Laboratórios da Ufal em Penedo vão produzir camarão pitu e vegetais

Laboratórios da Ufal em Penedo vão produzir camarão pitu e vegetais

21 de novembro de 2013

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Crédito da imagem:  USFWS Pacific


A Universidade Federal de Alagoas acabou de inaugurar dois novos laboratórios em seu campus, os locais fazem parte da área de aquicultura ou cultivo de organismos aquáticos, o Lacua-Piscicultura e Lacua- Carcinicultura. Os novos laboratórios produzirão espécies estuarinas, como carapeba e camarão pitu.


 Os laboratórios vão também realizar trabalhos com cultivos multitróficos, ou seja, agregando mais de uma espécie aquática, em um mesmo ambiente, e espécies vegetais. "Esses ambientes servem para ciclagem de nutrientes como nitrogênio, fósforo e carbono, decorrente das águas que vem dos tanques de peixes, onde as plantas e filtros fazem o papel de limpeza da água. Assim a água circula, voltando para o mesmo sistema de cultivo, evitando o desperdício deste bem escasso nestas regiões áridas", explicou Emerson Soares, engenheiro de Pesca, com pós-doutorado em reprodução e alimentação de peixes ao jornal Alagoas 24Horas.


A Unidade de Engenharia de Pesca da Ufal desenvolveu uma importante inovação tecnológica para a economia regional. O kit que engloba instalação, reaproveitamento de água, filtros mecânicos e biológicos, bombas de aeração mantida por placa solar, uso de três culturas (peixe, camarão e um mesmo ambiente e cultivo de legumes ou vegetais como o alface. "Algumas prefeituras já têm interesse em adquirir o kit, que é barato e pode ser usado em comunidades com pouca água e com pouco ou quase nada de gasto de energia", explicou Emerson.


 

Pesquisas internacionais


Cada vez mais os laboratórios e centros de pesquisa investem em estudos para entender o ciclo de vida dos animais e seus reflexos na saúde humana. As observações também servem para desenvolver ainda mais a aquicultura.


Várias pesquisas estão sendo conduzidas na área dos pescados nos EUA para descobrir os efeitos dessa alimentação. Neste sentido, Agência de Proteção Ambiental daquele país já começou a mapear as consequências da alimentação com pescados nas gestantes. A Universidade da Califórnia também busca compreender se o uso de plásticos na criação de peixes afeta o organismo humano. Com o crescente interesse de laboratórios e agências de estudos sobre o setor, quem ganha é a indústria e o consumidor que sabem exatamente a qualidade do que é produzido e consumido.

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