Hipra lança vacinação por imersão para alevinos e reúne especialistas
Aquicultura

Hipra lança vacinação por imersão para alevinos e reúne especialistas

Evento vai reunir profissionais da aquicultura e produtores de todo o País e América Latina

27 de julho de 2021

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Nesta quarta-feira (28), a HIPRA promove o evento Imunidade e Bem Estar para Peixes, o summit digital será 100% gratuito e online. Transmitido através de uma plataforma de streaming o primeiro Summit Digital de Imunologia na Aquicultura apresenta quatro palestras com especialistas da Espanha, Chile e Brasil  que apresentarão os benefícios técnicos e econômicos que podem ser alcançados com a proteção dos alevinos.
 
No evento, a HIPRA apresentará o método inédito de vacinação por imersão no Brasil, tecnologia que promete revolucionar a produção de alevinos mais saudáveis e rentáveis. A imunização precoce melhora a resistência dos peixes aos patógenos do meio ambiente e ajuda a reduzir o uso de antibióticos.
 
Raúl Benito, Brand Manager Aqua HIPRA, explica as vantagens da tecnologia que a empresa apresenta para a aquacultura brasileira.  O pesquisador destaca que o método por imersão imuniza os peixes através das mucosas das brânquias, boca e pele. Isso permite proteger os alevinos, a partir de 0,5g. “Esse método de vacinação contribui para um melhor crescimento e redução da taxa de mortalidade de alevinos”, diz Benito.
 
A HIPRA é uma empresa farmacêutica veterinária voltada exclusivamente para a prevenção que desenvolve e produz vacinas para todas as espécies animais, bem como vacinas para peixes.
 
Especialistas internacionais reunidos
 
Na programação serão abordados temas como tendências em vacinologia, proteção de formas jovens e a tecnologia inovadora da vacinação por imersão. A palestra  “HIPRA – Marcando o novo rumo”, com Erik Diaz, Aqua Business Unit Manager HIPRA, abre a programação e aborda tendências mundiais e inovações; na sequência a palestra “Criando imunidade para peixes saudáveis” com a apresentação de Marco Rozas - Médico Veterinário, especialista em imunopatologia de organismos aquáticos e proprietário do Laboratório Pathovet – Chile e Brasil.
 
Em seguida a palestra “Proteção para todos”, com Raúl Benito, Brand Manager Aqua HIPRA tratará de imunologia aplicada. A apresentação “O futuro da aquacultura” fecha o evento com Erik Diaz e João Moutinho - Area Manager Aqua HIPRA, apresentam um completo overview sobre a produção de peixes e tendências mundiais em imunologia e bem estar.
 
Lançamento da vacinação por imersão no Brasil
 
“No I Summit Digital de Imunologia na Aquacultura, explicaremos como é feita essa vacinação por imersão para mostrar a simplicidade e os benefícios técnicos e econômicos que podemos alcançar ao proteger nossos alevinos”, destaca. 
 
A vacina por imersão é uma importante ferramenta na produção de peixes. E, segundo Benito, o desenvolvimento dos alevinos constitui uma das fases mais importantes para uma fazenda. “Os alevinos são a parte mais sensível da produção, a que mais sofre com doenças”. Esta é também a melhor fase para aplicar as soluções, com custos menores. “A biomassa é reduzida e as unidades de cultura (tanques) facilmente manejáveis”.
 
O tamanho dos alevinos e a grande quantidade contribui para que os custos produtivos sejam altamente diluídos (associados à mortalidade, tratamentos, alimentação, entre outros. Dessa forma, diz ele, os fatores de influência na variação dos custos passam mais despercebidos. “No entanto, uma pequena melhora nessa fase do cultivo representa um grande avanço no período de crescimento”, destaca Benito.
 
Por outro lado, problemas na fase de alevinos podem se arrastar para as fases de engorda. “O retardo do crescimento reduz drasticamente a biomassa final e gera perdas na qualidade do produto”, argumenta. “Ao aplicar medidas de segurança e prevenção adequadas na fase de alevinos, podemos reduzir consideravelmente os custos e aumentar o volume de produção”, enfatiza.
 
A vacinação de alevinos por imersão ajuda a melhorar a rentabilidade na produção de peixes. “O método protege os alevinos contra os patógenos mais importantes no período de 0,5 gramas até o momento da vacinação por injeção, quando o peixe atinge a 30 a 50 gramas”. O manejo da vacinação por imersão, reforça Benito, não requer muitos recursos, como no caso da injeção. “Trata-se de um procedimento simples, similar à anestesia por imersão”.
 
“Alevinos mais fortes ajudam no controle da carga bacteriana e, assim, reduzir a pressão infecciosa de patógenos”. Além de todos os benefícios citados, com peixes já vacinados por imersão, obtém-se um efeito booster ao vacinarmos por injeção. “O resultado é uma resposta imunológica mais potente e duradoura”.
 
Credenciamento gratuito no hipra.quemvai.com.br.
 
Creditos: Divulgação
 
 

 

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