Bolsonaro pede 15 dias para decidir sobre ajuda ao Food Service
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Bolsonaro pede 15 dias para decidir sobre ajuda ao Food Service

Presidente foi ao Ministério da Economia para reunião com o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, e membros da equipe econômica

28 de janeiro de 2021

O presidente Jair Bolsonaro prometeu responder, em até 15 dias, se o governo tem condições ou não de ajudar novamente o setor de bares e restaurantes, que enfrenta os efeitos do recrudescimento da pandemia de Covid-19.
 
Como ressalta o Infomoney, Bolsonaro levou representantes da categoria a uma reunião nesta quarta (27) com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e saiu de lá com uma lista de pedidos que inclui adiar o início dos pagamentos de empréstimos subsidiados concedidos em 2020 e retomar a permissão para que empresas reduzam salário e jornada ou suspendam contratos de trabalhadores.
 
Em um compromisso fora da agenda, Bolsonaro foi ao Ministério da Economia para reunião com o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, e membros da equipe econômica, liderada por Paulo Guedes. “São medidas que vão ser estudadas nos próximos dias, que com toda certeza daqui no máximo 15 dias isso se concretizará para atender o setor”, disse Bolsonaro.
 
O presidente criticou as políticas de restrição para o funcionamento do comércio adotadas pelo governo de São Paulo e pela prefeitura de Belo Horizonte (MG).
 
Solmucci pediu a prorrogação da carência para pagar empréstimos no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e a prorrogação para que firmas possam reduzir a jornada e os salários dos funcionários, além de ajuda para empresas em relação ao Simples Nacional, regime de tributação especial.
 
O programa foi anunciado em abril do ano passado como medida para evitar um aumento ainda maior do desemprego diante da pandemia do novo coronavírus, que provocou restrições no funcionamento ou mesmo o fechamento de parte do comércio e da indústria. Como contrapartida, o governo banca um benefício para quem teve o salário reduzido ou o contrato suspenso até o limite do seguro-desemprego (R$ 1.813).
 
Foram pagos R$ 33,5 bilhões a 9,8 milhões de trabalhadores. O custo total do programa, no entanto, era estimado em R$ 51,6 bilhões.
 
Créditos da imagem: Flicker
 

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