Cardume híbrido: Como foi a 3ª edição do IFC Brasil
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Cardume híbrido: Como foi a 3ª edição do IFC Brasil

3ª edição do IFC Brasil volta ao presencial sem abrir mão de recursos online para concretizar sua proposta de “feira de cadeia completa

08 de fevereiro de 2022

O International Fish Congress e Fish Expo Brasil (IFC Brasil) confirmou a saudade e retorno, ainda que gradual, do setor de pescado aos eventos presenciais. Para o reencontro, realizado presencialmente neste ano após a edição virtual em 2020,
não deu nem tempo de desfazer as malas da viagem à Natal (RN) para a Fenacam 21.
 
A 3ª edição da Feira e do Congresso, realizada dentro do resort Recanto Cataratas em Foz do Iguaçu (PR), aconteceu pouco menos de uma semana depois, com a participação de mais de 1.400 pessoas. Além disso, centenas de participantes de mais de 10 países acompanharam de forma IFC.
 
Ao todo, foram 72 conferencistas de 16 países e mais de 110 empresas presentes, seja com estandes ou ações de marca, segundo dados compilados pela organização. “Além desse reencontro do setor de pescado, tivemos um volume de negócios três
vezes maior do que o esperado”, comemorou a diretora executiva do IFC 2021, Eliana Panty.
 
Com temáticas amplas no congresso e painéis, a organização se esforçou para abranger questões inerentes à pesca selvagem, mas a aquicultura continua sendo o carro-chefe do evento. “Ainda precisamos avançar nesta questão cultural que divide a pesca da aquicultura”, ponderou o ex-ministro da pesca e aquicultura e presidente do IFC, Altemir Gregolin. Por outro lado, representantes do segmento reclamaram por terem se sentido escanteados em salas secundárias.
 
Palco de lançamentos Na área de exposições, os aquicultores puderam acompanhar novidades. A exemplo da Zoetis, que anunciou a Fishteq NFT20, uma máquina que vacina, conta, mede e classifica os peixes. “O Brasil é o primeiro País a vacinar tilápias com este equipamento, já utilizado com sucesso em outros países para a vacinação automática de espécies como salmão e truta. A introdução desta nova tecnologia impulsionará ainda mais o crescimento da tilapicultura brasileira”, disse o diretor da Zoetis, Renato Verdi.
 
A Hipra, empresa farmacêutica veterinária, também apresentou a principal novidade no campo da vacinação: a aplicação por imersão. Inédito no Brasil, o método procura garantir a produção de alevinos mais saudáveis e, consequentemente, mais rentabilidade para os produtores. 
 
Em conversas com expositores, foi possível verificar que as expectativas para negócios foram superadas. Eles indicaram que o público, além de bem informado, estava disposto a investir em novos maquinários, tecnologias e produtos. Segundo Altemir Gregolin, os 3 dias de evento movimentaram mais de R$ 60 milhões em negócios.
 
Mas não foram somente os expositores que trouxeram novidades para o IFC: a própria organização do evento anunciou a criação da IFC Academy, uma plataforma digital com cursos para especialização e aprimoramento dos atores ligados à pesca e à
aquicultura. A Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) também aproveitou a ocasião para lançar seu Guia de Biosseguridade.
 
A matéria completa está disponível na Seafood Brasil #41 que pode ser lida aqui.

 
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