Crescimento estratégico da indústria de pescado no pós-pandemia
Indústria

Crescimento estratégico da indústria de pescado no pós-pandemia

Indústria de processamento de pescados vive um momento de reformulação e de expansão estratégica

01 de dezembro de 2021

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Por: Eduardo Lobo Naslavsky, Presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca)
 
A indústria de processamento de pescados vive um momento de reformulação e de expansão estratégica. Nós entendemos que sobrevivemos, no ano de 2020, ao pior momento da nossa história, quando duvidamos da nossa capacidade de sair desse
túnel sem fim que foi o momento de pandemia e sobre como seria o futuro pós-pandemia. No entanto, percebemos que a humanidade se adequou, a vacina chegou, os mercados estão em plena expansão e o consumo de proteína saudável nunca esteve tão evidente.
 
Quando pensamos em proteína saudável, automaticamente falamos da proteína dos pescados. Nesse momento no qual o consumo internacional de proteína saudável é forte e a população começou a melhorar o seu hábito alimentar no Brasil, aumentando a quantidade de quilos de pescados consumidos por ano, ou seja, proporcionando um novo horizonte para o setor como inteiro, paira uma dúvida: como a indústria vai se posicionar?
 
Nós temos uma orientação muito grande ao aumento de cultivo. Ou seja, existe muito mais peixe na água ou sendo alojado para ser despescado durante o ano de 2021 o que, consequentemente, trará um aumento muito grande em 2022, se comparado ao ano
de 2020. Além disso, existem muito mais projetos e muito mais tranquilidade para o empresariado investir do que no passado.
 
Crescimento estratégico no pós-pandemia. Sendo assim, eu resumiria que o nosso momento pós-pandemia é um momento de crescimento estratégico. O que isso significa? Primeiro, diz respeito à reforma e melhoria nas indústrias que já existem e que já estão implantadas.As indústrias sob o Serviço de Inspeção Federal (SIF) estão se capacitando melhor e estão buscando tecnologia, investindo para fazer mais com menos.
 
O segundo passo diz respeito à implantação de novas unidades industriais com localização lógica. Ou seja, significa acoplar a indústria ao local da produção. Durante muitos anos no Brasil, as indústrias foram construídas em locais próximos à moradia de seus gestores ou de seus acionistas, mas com um distanciamento muito grande da produção, seja ela de captura ou de piscicultura.
 
Leia o artigo completo de Eduardo Lobo Naslavsky, Presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca), no 7º Anuário Seafood Brasil de Produtos, Serviços e Conteúdo.
 
Créditos: Divulgação
 
 

7º Anuário Seafood Brasil de Produtos, Abipesca, Eduardo Lobo, indústria de pescado, Serviços e Conteúdo

 
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