Guerra no Oriente Médio gera alerta no varejo alimentar brasileiro
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Guerra no Oriente Médio gera alerta no varejo alimentar brasileiro

Empresas do setor varejista têm adotado medidas preventivas

26 de março de 2026

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A intensificação da guerra no Oriente Médio acendeu um sinal de alerta para o setor varejista alimentar brasileiro. Embora ainda sem impacto imediato nas gôndolas, a insegurança sobre a continuidade dos suprimentos e a alta dos preços globais influenciam a gestão de estoques e os custos operacionais.
 
Como destaca uma reportagem da SuperVarejo, uma análise da Scanntech aponta que o aumento dos combustíveis, a elevação dos custos de insumos derivados do petróleo e os riscos logísticos globais levam varejistas e indústrias a revisarem suas estratégias de abastecimento para evitar rupturas.
 
Empresas do setor varejista têm adotado medidas preventivas. “Não observamos ainda impacto direto nas prateleiras, mas já vemos varejo e indústria revisando níveis de estoque, replanejando logística e negociando com fornecedores, especialmente fora do Brasil”, afirma Daniel Portela, diretor de Produtos para Supply da Scanntech.
 
Segundo dados da Scanntech, muitos segmentos da indústria já operam com níveis de ruptura entre 5% e 10% nas principais redes varejistas. Esse índice pode aumentar conforme os gargalos logísticos se aprofundem e haja impasses no repasse de custos.
 
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Créditos da imagem: Canva

 

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