Imeve destaca biosseguridade e prevenção na Aquishow Brasil
Nesse cenário de intensificação produtiva e consolidação de polos, a sanidade animal emergiu como um dos temas mais críticos
10 de junho de 2026
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Com o início da Aquishow Brasil 2026 na terça-feira (9), em Uberlândia (MG), o mercado aquícola nacional se reuniu também para debater os desafios do setor. Nesse cenário de intensificação produtiva e consolidação de polos, a sanidade animal emergiu como um dos temas mais críticos entre os presentes. Alinhada a essa demanda por estabilidade zootécnica, a Imeve marcou presença no evento reforçando seus protocolos de manejo preventivo e biorremediação para mitigar os gargalos sanitários que desafiam o crescimento de produtores de tilápia, camarão e espécies nativas.
A estratégia da empresa para a feira concentrou-se na otimização e customização do portfólio atual em vez da introdução imediata de novas soluções. "No momento a gente não trouxe nenhum lançamento, porém a gente está reforçando todos os protocolos dos produtos existentes, tanto para tilápia quanto para peixes nativos", explicou Delton Pereira, gerente de Aquicultura Latam da Imeve.
Segundo ele, a abordagem técnica da companhia visa responder diretamente às oscilações no status sanitário das principais bacias produtoras. O estande funcionou para alinhar a aplicação de soluções maduras aos diferentes sistemas de cultivo.
Entre os destaques levados ao evento está o DB AQUA (e sua extensão DB AQUA Mais), um suplemento energético, probiótico e prebiótico. Ao lado dele, a empresa posicionou o Prob TR Aqua Mais Concentrado, aditivo probiótico composto por bactérias liofilizadas do gênero Bacillus, desenhado especificamente para o equilíbrio do ecossistema aquático e do trato digestivo de peixes e camarões.
A necessidade de intensificar ferramentas de biosseguridade reflete o atual panorama macroeconômico da atividade, onde o adensamento de biomassa sem o devido suporte profilático eleva os riscos de mortalidade e perdas operacionais.
Conforme avaliou Pereira, o avanço tecnológico traz consigo novos desafios de manejo. "O crescimento da atividade, a intensificação, todo o processo, gera algumas dores. A dor sanitária é a mais recente. A gente está integrado neste sistema, trabalhando com saúde e pensando no ambiente aquático também", pontuou.
A percepção de mercado compartilhada no evento indica que a cadeia produtiva projeta um horizonte complexo, com patógenos persistentes demandando resiliência dos produtores. Diante disso, Pereira destaca que a transição do modelo reativo para o preventivo torna-se mandatória para assegurar as margens do negócio.
"É uma forma de antecipar, preparar os animais para eventos estressantes, evitando que eles fiquem doentes, então é trabalhar mais na forma preventiva", destacou, complementando que a meta corporativa foca no desenvolvimento de ferramentas "para que o produtor não tenha prejuízo significativo. Não é mais só sobre remediar", finalizou.
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Créditos da imagem: Seafood Brasil







