Pescado mantém preços sob controle e fecha 2025 abaixo da inflação
No ano, inflação geral do País foi de 4,26%
20 de janeiro de 2026
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Os dados mais recentes do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados pelo IBGE, reforçam a posição competitiva do pescado no mercado brasileiro de proteínas animais. Em dezembro de 2025, o subgrupo Pescados registrou alta mensal de 0,55%, mas encerrou o ano com deflação de 1,57% no acumulado do ano. No mesmo período, a inflação geral do País foi de 4,26%.
O desempenho contrasta com outras proteínas. O grupo Carnes, por exemplo, acumulou alta de 1,22% em 2025, enquanto aves e ovos avançaram 4,35%. Já o grupo Alimentação e bebidas, de maior peso no índice, fechou o ano com variação de 2,95%, reflexo, segundo o IBGE, da maior oferta de alimentos para consumo no domicílio ao longo do ano.
O grupo Alimentação e bebidas registrou alta de 0,27% em dezembro. A alimentação no domicílio interrompeu a sequência de seis meses consecutivos de queda e subiu 0,14%, influenciada pelas altas da cebola (12,01%); da batata-inglesa (7,65%); das carnes (1,48%), com destaque para o contrafilé (2,39%), a alcatra (1,99%) e a costela (1,89%) e das frutas (1,26%), em especial o mamão (7,85%) e a banana-prata (4,32%). No lado das quedas os destaques são o leite longa vida (-6,42%), o tomate (-3,95%) e o arroz (-2,04%). Já a alimentação fora do domicílio (0,60%) acelerou em relação ao mês anterior (0,46%), com a alta de 1,50% no lanche e de 0,23% na refeição.
Já entre as espécies de pescado monitoradas, o cenário foi heterogêneo. Destaques de alta no acumulado de 2025 ficaram com o pintado, que avançou expressivos 30,86%, além de bacalhau (11,72%), anchova (10,57%) e caranguejo (9,84%). Na outra ponta, recuos foram observados em espécies de grande volume, como tilápia (-5,18%) e salmão (-6,44%). Já o peroá (-7,34%) e palombeta (-11,43%) também chamaram a atenção.
No recorte mensal de dezembro, o movimento de ajustes pontuais ficou evidente. O filhote liderou as altas, com avanço de 16,03%, enquanto tainha (-3,09%), anchova (-1,62%) e merluza (-1,08%) registraram queda nos preços.
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Créditos da imagem: Canva
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