Inspeção de frescor do pescado em Centrais de Distribuição varejistas
Varejo

Inspeção de frescor do pescado em Centrais de Distribuição varejistas

Entenda como é realizada a amostragem da qualidade do frescor de pescados em grandes redes varejistas do Brasil

Elane Cristine Correia Santose Luciana Lacerda - 27 de março de 2025

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A amostragem para a inspeção de frescor do pescado nas Centrais de Distribuição das grandes redes varejistas segue rigorosos protocolos de qualidade, garantindo que os produtos oferecidos aos consumidores estejam em condições seguras para o consumo.

Em resumo, o processo começa com a seleção de lotes representativos, coletados em diferentes pontos da carga no veículo (início, meio e fim). Com a quantidade de caixas analisadas variando de acordo com o tamanho do lote, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em sua norma técnica NBR 5426, determina critérios de aceitação ou rejeição de lotes com base em níveis de qualidade pré-definidos. A norma pode ser consultada na íntegra no site da ABNT ou pode ser vista aqui.

A análise da representatividade do lote, em síntese, é realizada para produtos pré-embalados, mas há centrais de distribuição em que a inspeção é feita em 100% do lote, especialmente em cargas de pescado fresco que necessitam de inspeção primária. Ou seja, uma vez separadas as amostras para análise, os especialistas verificam a temperatura do pescado e utilizam métodos sensoriais, como análises visuais, olfativas, táteis e gustativas, para avaliar aspectos como cor, odor, textura e sabor. Os parâmetros qualitativos seguem as diretrizes do Regulamento Técnico de Inspeção Industrial de Produtos de Origem Animal (RIISPOA).

Sendo assim, os resultados são comparados aos padrões de qualidade estabelecidos pelas autoridades sanitárias e pelos times de qualidade das Centrais de Distribuição das redes varejistas (padrões internos de qualidade), detalhados em fichas técnicas e manuais do fornecedor, previamente encaminhados ao setor comercial e de controle de qualidade das empresas parceiras.

Por fim, a inspeção é documentada e as não conformidades encontradas são registradas, resultando em ações corretivas imediatas, como a rejeição do lote e sua devolução ao fornecedor. Em casos de não conformidades que indiquem que o produto está impróprio para consumo, em resumo, o descarte é realizado, zelando pela segurança e saúde do consumidor.

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Créditos imagem: Canva

Centro de Distribuição, Elane Correia, Equali-Z, Luciana Lacerda, NBR 5426, pescado, varejo

Sobre Elane Cristine Correia Santos
 
  • Consultora Técnica Comercial (Equali-z | EC Consultoria). Zootecnista graduada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). 12 anos de experiência na cadeia de pescado (frescos, congelados, salgados seco e sushi) / GPA - produção, indústria, inspeção, distribuição, varejo, estratégias de venda, marketing, sustentabilidade e desenvolvimento de produtos/equipamentos. elane.correia@equali-z.com
 
Sobre Luciana Lacerda
 
  • Zootecnista, fundadora da Equali-z, empresa especializada em Qualidade de processos e produtos. luciana.lacerda@equali-z.com
 
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